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Diversos Livros Com O Título Em Russo.

20 livros russos essenciais para todo leitor

Algum sábio ou sábia um dia escreveu que “ler é viajar só com os olhos e a imaginação”. Já pensou em dar um pulo na Rússia sem nem precisar sair do conforto da sua casa? Listamos 20 livros russos indispensáveis para ter na estante, seja você um novato ou não em literatura russa. Confira!

Com certeza você já ouviu falar em nomes de escritores como Dostoiévski ou Tolstoi; talvez tenha até participado ou observado alguma discussão sobre as polêmicas em torno de Lolita; ou saiba que Guerra e Paz é um daqueles calhamaços de tirar o fôlego – uma das obras mais volumosas de toda história da literatura.

Mas o que será que esses livros russos e seus autores têm de tão especial que, mesmo com o passar de tantas décadas e até mesmo séculos, continuam sendo lidos e cultuados por tantas pessoas? 

Gif do filme Peanuts.

Importância da literatura russa

Antes de mais nada, assim como o Brasil, a Rússia é repleta de história: é um país de território continental marcado pela abundância de riquezas naturais, mas também por muita miséria; aboliu tardiamente a mão de obra forçada; foi de 1721 até 1917 um Império (enquanto nós tínhamos os Braganças, eles tinham os Romanov); tem como alicerce a religiosidade; e, até os dias atuais, possui ideologias conservadoras.

Tais aspectos ainda refletem na literatura do país, dando a ela aspectos filosóficos e psicológicos extraordinários. No ensaio O Direito à Literatura, o sociólogo e crítico literário brasileiro Antonio Candido diz que:

“[…] os valores que a sociedade preconiza, ou os que considera prejudiciais, estão presentes nas diversas manifestações da ficção, da poesia e da ação dramática. A literatura confirma e nega, propõe e denuncia, apoia e combate, fornecendo a possibilidade de vivermos dialeticamente os problemas.”

O Direito à Literatura – Antonio Candido

Sem dúvidas, a literatura russa é o tipo de escrita que abrange a alma e permite esse embate sobre sentimentos díspares.

Seja na figura de uma prostituta, como em “Crime e Castigo”, ou na de uma socialite, como a Condessa Lívia de Anna Kariênina, os livros russos são capazes de provocar por meio de seus personagens as mais diversas questões internas em quem entra em contato com cada um deles.

1. A Dama do Cachorrinho

Se você já assistiu ao filme O Leitor (2008), lembra-se que o personagem principal, em determinados trechos, faz a leitura de um livro que tem um cachorrinho como personagem. É uma referência direta ao conto A Dama do Cachorrinho, escrito pelo dramaturgo russo Anton Tchekhov.

Dividida em 4 partes, a história descreve as consequências de um caso de adultério entre uma jovem, Anna Sergeyevna, e um banqueiro russo, Dmitry Dmitrich Gurov, que trai a esposa constantemente.

Capa do livro A Dama do Cachorrinho.
Imagem: Amazon/Reprodução

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Na obra, os dois se conhecem na cidade de Yalta, onde Tchekhov passava um período, após recomendações médicas, a fim de amenizar os sintomas da tuberculose.

2. A Guerra Não Tem Rosto de Mulher

A Guerra Não Tem Rosto de Mulher, da escritora Svetlana Alexijevich, é um daqueles livros russos contemporâneos com gostinho de clássico.

Jornalista, a autora realizou entrevistas com diversas mulheres que foram combatentes durante a Segunda Guerra Mundial. 

O relato de enfermeiras, mecânicas e operadoras de canhões anti-aéreos, dentre tantas outras funções narradas nas 392 páginas da obra, trouxeram à tona um novo olhar sobre uma história constantemente contada pelo ponto de vista masculino.

Capa do livro A Guerra Não Tem Rosto de Mulher.
Imagem: Amazon/Reprodução

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3. Almas Mortas

Precursor do romance clássico russo, Almas Mortas foi publicado pela primeira vez em 1842 e se passa em São Petersburgo. 

A história narra a vida de um especulador da cidade, Pável Ivánovitch Tchítchicov, que, repleto de simpatia e bons modos, se esforça para conquistar donos de terras locais. 

O objetivo? Comprar “almas mortas”, servos que já faleceram, mas cujo óbito não foi declarado no último censo, a fim de se tornar um proprietário de terras penhorando cada uma delas.

Capa do livro Almas Mortas.
Imagem: Amazon/Reprodução

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Sem deixar a sátira de lado, Nicolai Gógol retrata um povo russo que está no processo de deixar para trás o sistema feudal e descobrir a modernidade. Para entender a lógica de tudo isso, só lendo o livro, é claro.

4. A Morte de Ivan Ilitch

Correspondente ao gênero literário da novela – maior que um conto, porém menor que um romance –, A Morte de Ivan Ilitch começou a ser produzido por Liev Tolstói no final da década de 1870.

No desenrolar da história, narrada após a morte do personagem principal que dá nome ao título do livro, o autor faz uma severa crítica às convenções familistas e pessoas que viviam apenas de aparências, especialmente as da alta sociedade.

Capa do livro A Morte Ivan Ilitch.
Imagem: Amazon/Reprodução

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5. Anna Kariênina

Mais um Tolstói para se ter na estante, mas não o último. Considerado pelo próprio autor seu único romance, as mais de 500 páginas da obra abordam os efeitos internos e externos que uma paixão proibida vivida pela protagonista, Ana, pode causar.

Capa do livro Anna Kariênina.
Imagem: Amazon/Reprodução

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O poder narrativo de Anna Kariênina vai te fazer sentir personagem de toda essa trama situada na Rússia czarista, além de reforçar o debate entre o que é “certo” e “errado” em torno da religião, da família e da política.

6. Crime e Castigo

É impossível falar de livros russos e não citar Fiódor Dostoiévski, muito menos uma das obras mais renomadas do autor e de todos os tempos, Crime e Castigo.

Na história, um jovem estudante de Direito, Raskólnikov, se dá conta de sua pobreza financeira e passa a sentir o desespero se apossando não apenas do corpo, mas também da própria alma. 

É quando resolve assaltar e assassinar a senhoria de quem alugava “o aperto em que vivia”.

O grande dilema moral da obra, muito indicada nos cursos de Direito, é o fato de alguns crimes não serem descobertos nunca ou até o de alguns acontecimentos históricos que resultaram em milhares de mortes receberem uma espécie de perdão – é baseado nessa teoria que Raskólnikov comete tais atrocidades.

Capa do livro Crime e Castigo.
Imagem: Amazon/Reprodução

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7. Doutor Jivago

O mais célebre romance da Rússia pós-revolucionária, Doutor Jivago foi publicado na União Soviética em 1957 e, logo em seguida, censurado pelo Partido Comunista. Contudo, ele só foi lido pelos conterrâneos na década de 1980, mais de 25 anos depois do falecimento do autor Boris Pasternak.

Contada a partir das experiências e das observações de um médico e poeta, o doutor Iúri Andréievitch Jivago, a história retrata as chacinas, a fome e as epidemias da Revolução que colocaria fim ao Império Russo.

Capa do livro Doutor Jivago.
Imagem: Amazon/Reprodução

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8. Guerra e Paz

Já contamos que Guerra e Paz é um calhamaço, ou seja, um livro com grande número de páginas. Neste caso, mais de duas mil, mas não se assuste.

A obra é um retrato denso, seja no tamanho ou na narrativa, dos jogos de poder envoltos na aristocracia e na sociedade russa durante a ocupação de Napoleão Bonaparte. 

Um dos maiores marcos do texto é a riqueza e o realismo das descrições psíquicas dos personagens.

Box do livro Guerra e Paz.
Imagem: Amazon/Reprodução

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Uma curiosidade é que, como grande parte da aristocracia russa do século XIX falava francês, especialmente entre si, diversos diálogos e trechos do livro foram escritos no idioma, incluindo a introdução. Pura ironia por parte do autor.

9. Lolita

“Lolita, luz de minha vida, fogo de meu lombo. Meu pecado, minha alma. Lolita: a ponta da língua fazendo uma viagem de três passos pelo céu da boca, a fim de bater de leve, no terceiro, de encontro aos dentes. LO. LI. TA.

Era LO, apenas LO, pela manhã, com suas meias curtas e seu um metro e quarenta e oito centímetros de altura. Era Lola em seus slacks. Era Dolly na escola. Era Dolores quando assinava o nome. Mas, em meus braços, era sempre Lolita.”

Lolita – Vladimir Nabokov

Estes são os dois primeiros parágrafos de Lolita, considerado um dos começos mais bonitos da história da literatura e que chegou a ser recusado por cinco editoras – Viking, Simon & Schuster, New Directions, Farrar, Straus e Doubleday – até ser aceito pela parisiense Olympia Press, uma editora de ficção erótica e ficção literária de vanguarda.

O livro do romancista russo-americano, Vladimir Nabokov, é narrado em primeira pessoa por um narrador não confiável, o personagem Humbert Humbert (H.H.), como se apresenta ao leitor. 

Professor de literatura e já na meia idade, H. H. conhece Dolores Haze, de 12 anos, após se mudar para uma cidadezinha no interior da América do Sul e conseguir estadia na casa de uma viúva rica, a mãe de Dolores. Logo depois, a garota se torna a obsessão do novo inquilino.

Apesar das controvérsias sobre a temática da obra, ele é considerado um clássico da literatura do século XX e está em 52º lugar na lista de 100 melhores romances em língua inglesa publicados de 1923 até 2005 da Revista Time.

Capa do livro Lolita.
Imagem: Amazon/Reprodução

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10. Maiakóvski – Poemas

Considerando que já falamos de novela, conto e romance, não poderíamos deixar de fora uma grande referência da poesia russa: Maiakóvski.

Representante da vanguarda libertária e experimental, Vladimir Maiakóvski fez parte do movimento cubo-futurista e assumiu em seus poemas uma escrita cujo linguajar era cotidiano.

Marcado pelo socialismo, o jovem poeta russo, um revolucionário, procurou transpor seus amores e sua rebeldia em versos. Parte da obra do autor pode ser conhecida em Maiakóvski – Poemas.

Capa do livro Maiakóvski - Poemas.
Imagem: Amazon/Reprodução

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11. Oblómov

O personagem principal da obra escrita por Ivan Gontcharóv, Iliá Ilitch Oblómov, é “um herói de roupão, desprovido de vontade, que vive alheio a tudo”, sempre esperando… esperando… esperando…

Por trás dessa postura, há uma alma pura em busca de compreender quais são as expectativas do mundo sobre ele e o que ele pode oferecer ao universo em nome do amor.

Com excelentes pitadas de humor, Oblómov é “um retrato da aristocracia russa às vésperas do fim da servidão”. Um maravilhoso embate entre a resistência passiva e os ideais de produtividade que chegaram à Rússia durante o século XIX.

Imagem: Amazon/Reprodução

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12. Pais e filhos

Nem sempre os pais gostam dos amigos dos filhos, não é mesmo? O mesmo acontece em Pais e Filhos, obra do escritor russo Ivan Turguêniev.

Após retornar para casa acmpanhado de um amigo, Bazárov, o estudante Arkádi Nikolaitch deixa tanto o tio quanto o pai insatisfeitos com a presença do rapaz que não vê sentindo em qualquer autoridade, é antissocial e se julga niilista.

A partir de então, um conflito entre as duas gerações que precisam viver sob o mesmo teto, está cravado.

Publicado originalmente em 1862, a leitura de Pais e Filhos é uma oportunidade para refletirmos se estamos mais para pais, ou para filhos.

Imagem: Amazon/Reprodução

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13. Enraizados

Um dos nomes novos na literatura russa é o de Naomi Novik. Em Enraizados, ela busca referências no folclore eslavo para contar a história de Agnieszka.

Apaixonada por seu lar no vale, uma vila tranquila, rodeada por florestas e por um rio cintilante. Contudo, há algo de maligno acontecendo por lá. Para resolver o mistério, o povo precisará contar com Dragão, um mago frio e ambicioso, para acalmar a raiva da Floresta e impedir que ela continue avançando sobre o vilarejo.

Porém, isso não será de graça. A cada dez anos, é preciso que uma jovem passe a servi-lo. E o maior medo de Agnieszka é que Kasia, sua melhor amiga, seja levada para ele.

Será que isso vai acontecer? Só lendo para descobrir as reviravoltas incríveis que essa história dará!

Imagem: Amazon/Reprodução

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14. Nós

Na literatura russa também existe distopia. A obra Nós, escrita entre 1920 e 1921 por Ievguêni Zamiátin, traz as impressões de um cientista acerca do mundo que vive cuja a aparente perfeição esconde muitos conflitos e formas de opressão.

O livro só foi publicado legalmente em 1988, depois das políticas de abertura do regime soviético, já que, anteriormente, estava proibido devido à censura no país.

Nós é considerado o precursor de várias distopias que também se tonaram grandes clássicos da literatura, como 1984 e Admirável Mundo Novo.

Imagem: Amazon/Reprodução

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15. Os Irmãos Karamazov  

Quer ficar frente a frente com o que há de mais sombrio e complexo na consciência humana? Leia Os Irmãos Karamazov, a última obra publicada por Dostoiévski e admirada pelo filósofo Nietzsche e pelo pai da psicanálise, Freud.

Capa do livro Os Irmãos Karamázov.
Imagem: Amazon/Reprodução

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Ao explorar a psicologia de três personagens, Dmitri, Iván e Alieksêi, filhos de um homem lascivo, Fiódor Pavlovitch Karamázov, a obra aborda temas como niilismo, existencialismo, realismo, a pobreza do povo russo no final do século XIX, conflitos familiares, religião e .

16. O Rei Lear da Estepe

Multifacetas, o russo Ivan Turguêniev transitou entre a dramaturgia, a poesia e o romance, sendo O Rei Lear da Estepe uma das obras mais importantes do escritor no gênero de contos.

Na edição de 136 páginas da Editora 34, lançada este ano e traduzida por uma mulher, a mestre em Letras Jéssica Fajardo, o livro que chegou ao público pela primeira vez em 1870 e tem influência direta da clássica tragédia de Shakespeare, O Rei Lear, segue relevante mesmo 150 anos depois.

Sendo uma obra de ficção e narrada em primeira pessoa, durante a leitura acompanhamos um grupo de seis amigos que começam a discutir sobre personagens das obras shakespearianas, comparando-as com pessoas reais que passaram pela vida de cada um deles.

Até que um dos presentes, o anfitrião da festa, Dmitri, diz ter conhecido um Rei Lear. 

A partir de uma técnica chamada na literatura de moldura narrativa, Dmitri assume a narrativa do livro para contar um pouco mais sobre essa história — que, mesmo que se assemelhe à do poeta inglês, é totalmente voltada para a ambientação de uma aldeia russa, com foco nos camponeses e nos pequenos proprietários de terra.

Livro O Rei Lear da Estepe.
Imagem: Reprodução/Amazon.

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17. Ada ou Ardor: Crônica de uma família

Entre os livros russos disponíveis em português, outro lançamento que vai poder alcançar o público contemporâneo em 2021 é outra importante obra de Vladimir Nabokov.

Com uma narrativa que exige fôlego e extremamente lírica, em Ada ou Ardor — Crônica de uma Família, Van Veen, então com 90 anos, vai tentar reconstruir a paixão que viveu com a prima Ada durante a juventude a partir de suas próprias lembranças.

Situado nos Estados Unidos, tudo está ao contrário. Por lá, fala-se russo e os telefones são movidos à água, pois o uso da eletricidade está definitivamente proibido. 

O autor recria toda uma realidade, com um misto de surrealismo e romance, para dar palco para uma história de amor que, assim como o mundo ao redor dos dois enamorados, não é nada convencional.

Livro Ada ou Ardor: Crônica de uma família.
Imagem: Reprodução/Amazon.

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18. Poesia Russa Moderna

Para quem gosta de poemas, uma opção é a antologia clássica Poesia Russa Moderna cuja primeira edição foi lançada no Brasil em 1968. Nela, os jogos verbais, musicais e métricos presentes no gênero escrito em russo ganham uma tradução capaz de preservar tais características.

Do Simbolismo até as palavras modernas e contemporâneas, esse é um livro especial, que busca o melhor da vanguarda do país que existe em nomes como Vassíli Kamiênski, Alekséi Krutchônikh e Iliazd e outros poetas das três primeiras décadas do século 20.

Capa do livro Poesia Russa Moderna.
Imagem: Reprodução/Amazon.

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19. O amor de Mítia

Essa novela expoente da literatura russa, publicada originalmente em 1925, é resultado da genialidade de Ivan Búnin, o primeiro escritor russo a ser condecorado com o Prêmio Nobel de Literatura.

Admirado por outros grandes nomes, como Vladimir Nabókov, Búnin apresenta ao leitor outro Dmítri, um diferente daquele que há em Os Irmãos Karamázóv e em O Rei Lear da Estepe.

Apaixonado por Kátia, o jovem que é tratado como um wertheriano acaba se vendo refém dos prazeres e medos que apenas o amor é capaz de proporcionar e vai descobrir que, na realidade, esse sentimento pode ser bem mais complexo do que aparenta, já que do outro lado também há um humano — alguém que erra, acerta, tem medo, mas também desejo.

Capa do livro O Amor de Mítia de Ivan Búnin.
Imagem: Reprodução/Amazon.

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Significado de Wertheriano

O termo faz referência à personagem principal do livro Os Sofrimentos do Jovem Werther, escrito pelo alemão Johann Wolfgang von Goethe, que viveu de 1749 a 1832. Normalmente, é utilizado para se referir àquelas pessoas que são excessivamente sentimentais, assim como Werther, que mantém uma profunda e devastadora paixão não correspondida por Charlotte. A obra é considerada o marco inicial do romantismo.

20. O Elefante

Para fechar com chave de ouro, O Elefante vai te emocionar. Escrito por Aleksandr Kuprin, a narrativa conta a história de Nádia, uma criança de seis anos que adoece de tristeza e tem apenas um grande sonho: conhecer um elefante.

Até que a vida dela e a de Tommy, um elefante brincalhão de circo e extremamente inteligente, se cruzam, graças ao pai da menina que não desiste de tentar dar “ânimo” à existência dela novamente.

Livro O Elefante.
Imagem: Reprodução/Amazon.

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Conta pra gente: qual desses livros russos você vai ler primeiro? Lembrando que essa lista é só um começo. A literatura russa é vasta e potente em suas diversas formas e gêneros. Vale continuar pesquisando e aprendendo sobre ela, sempre.

Contudo, a nossa única dica é: atente-se às traduções dos livros russos pois, por muito tempo, as obras do país foram traduzidas de outras línguas para o português (por exemplo: russo – francês – português). 

Três grandes tradutores brasileiros são Paulo Bezerra, Rubens Figueiredo e Boris Schnaiderman. Neles você pode confiar! Assim como na Editora 34, uma referência em publicações russas.

Boas leituras e até a próxima!

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Caroline

Caroline

Formada em Jornalismo pela Facopp/Unoeste, estudante de Letras/Espanhol na Unesp de Assis (SP). Libriana apaixonada por sol, cerveja, música, cinema e literatura – russa e latino-americana, especialmente! Já escrevi um livro e plantei uma árvore, não estou certa quanto a outra tarefa. Por fora, The Beatles; no fone de ouvido, Exaltasamba.

Este artigo tem 2 comentários

    1. Excelente, Igor! Você vai adorar, é uma trama que vai ganhando profundidade a partir de um simples costume do personagem principal. Sem falar que Tolstói é um ícone da literatura russa. Volte depois para compartilhar com a gente o que você achou do livro, ok? Boa leitura!

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