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MacBooks M1: conheça as melhores opções em 2021

Foi em 1989 que a gigante da tecnologia, Apple, lançou seus primeiros computadores portáteis, os Macintosh Portable. De lá para cá, foram muitas polêmicas, melhorias, críticas e elogios. Uma coisa nunca mudou: o alto investimento que os usuários precisam estar dispostos a fazer para colocar as mãos nessa máquina. Você quer saber se o custo-benefício compensa mesmo? Continue a leitura deste post, em que vamos entender qual MacBook comprar (se for comprar).

Nova geração, novo chip

Não é de hoje que os aparelhos da maçã dão o que falar. Desde o lançamento dos MacBooks, há muita especulação por trás dessas tecnologias. Há aqueles que dizem não compensar investir um valor tão alto nesses computadores, mas também temos os grandes defensores, que juram de pés juntos que não existe nenhum outro competidor à altura do que a gigante norte-americana entrega. 

Muitos consumidores da maçã se queixavam que os MacBooks faziam muito barulho devido às ventoinhas, que esquentavam demais e não tinham uma resposta tão satisfatória. Por outro lado, era possível encontrar aqueles que afirmavam que o MacOS deixava o Windows para trás e que a tela e cores RGB do dispositivo não se comparava a nenhum outro. 

Tela de MacBook M1
O MacOs é o sistema operacional da Apple que está presente nos MacBooks. Imagem: reprodução/Apple.

No entanto, toda essa história mudou quando a Apple anunciou os novos chips M1. Com o lançamento dos MacBooks 2020, parecia que nada tinha mudado, afinal vemos o mesmo design há bastante tempo. No entanto, por dentro, tivemos uma grande surpresa. A gigante norte-americana resolveu colocar fim nos chips da Intel, criando seu próprio processador, muito mais potente. 

Com a mesma arquitetura encontrada nos iPhones e iPads, o M1 é sinônimo de ótimo desempenho com economia. A bateria desses novos modelos praticamente dobrou, atingindo agora máximo de até 20 horas! Além disso, programas otimizados para esse chip ficaram ainda mais rápidos e eficientes. 

Os chips M1

O M1 é um processador System on a Chip (SoC/ em português, Sistema em um Chip), ou seja, CPU, GPU e memória RAM ficam todos armazenados dentro de um único dispositivo. Na prática, isso significa que a comunicação entre cada componente é muito mais eficiente, com um processamento bastante rápido e uma latência baixa, reduzindo o consumo de energia. 

Design do chip m1
O chip M1 integra diversos sistemas em um mesmo lugar. Imagem: reprodução/Apple.

Toda essa grande revolução possui funcionalidades em um menor espaço, que não passa de – pasmem – cerca de 5 nm! É menor que a ponta da sua unha. Na prática, isso significa que a CPU ultrapassa a litografia utilizada pela Intel que é de 10 nm e até da AMD, com os 7 nm.

Para entender melhor, a litografia é o nome dado a produção dos transistores, que são componentes-chave dos processadores. Todo esse processo acaba influenciando no tamanho do aparelho, o que também interfere no design e ergonomia do produto, possibilitando que os MacBooks sejam muito mais finos e leves. 

Além disso, com esse novo processador, nem existe mais ventoinha nos MacBooks Air, ou seja, sem mais barulho na utilização do produto e um design mais fino. O sistema de refrigeração é apenas passivo, com materiais condutores de calor que espalham a quentura gerada pelos componentes. 

“Como isso é possível?”, você pode estar se perguntando. A resposta é simples: os chips M1 conseguem executar mais cálculos por clock, o que resulta em um equipamento muito mais frio, que acaba não comprometendo o desenvolvimento da CPU. 

A matemática é simples: quanto o maior número de transistores em uma CPU, mais rápida a quantidade de dados a ser processado na taxa de clock e menor a temperatura do computador. Para fazer um breve comparativo, o M1 tem 16 bilhões de transistores, já a arquitetura Zen 2 (7 nm) da AMD tem 3,9 bilhões, e o Tiger Lake (10 nm) da Intel, 5 bilhões. 

Além disso, a Apple também optou por uma arquitetura ARM – que, até os chips M1, não era indicada para computadores e notebooks, já que tinha foco em economia de energia, diferente dos x86, que desempenhavam melhor. 

Com esse novo System on a Chip da maçã, ganhamos a arquitetura ARM com uma performance excelente. 

Para ter uma ideia da potência desse chip, o canal Fora Da Caixa comparou o MacBook Air 2020 com um computador gamer de processador i9. Confira. 

Em relação aos números de GPU, o chip M1 vem com sete ou oito núcleos no modelo Air e oito no Pro. Já a CPU são, em todos os modelos, encontradas com oito núcleos, dentre esses, quatro são para tarefas focadas em desempenho, e os restantes para atividades de alta eficiência energética.

De acordo com a marca, nos novos MacBooks 2020, a CPU e a GPU ficaram até 3,5 e cinco vezes mais rápidas, respectivamente. Além disso, com o Neural Engine mais avançado, o aprendizado da máquina também aumentou e está até nove vezes mais veloz.

Não só isso, para acompanhar esse salto de hardware, a Apple também otimizou e criou um novo software, o BigSur. Com essa novidade, há enormes atualizações para os apps, novo design para as telas e recursos de privacidade. O tempo de resposta para a abertura de programas é mínimo, e o computador está sempre acordado, pronto para trabalhar. 

Outros upgrades do MacBook 2020

Além da grande novidade dos chips M1, a marca da maçã também optou por atender algumas das queixas antigas dos usuários. Como já abordado anteriormente, o sistema de refrigeração dos computadores mudou, ficando ainda mais silencioso. 

A tela também foi melhorada, agora a tonalidade das cores foi aumentada em cerca de 25% mais sRGB, assim como os pixels. Isso significa dizer que as imagens estão muito mais nítidas e com cores cada vez mais próximas do real, algo que a Apple se orgulha.

A câmera e microfone também tiveram um upgrade: agora são três dispositivos integrados que capturam com clareza tudo o que é dito – no modelo Pro, encontramos qualidade de estúdio. Na captação de imagens, notou-se um aumento em detalhes e tons de pele mais naturais. O Neural Engine detecta o rosto e ajusta o balanço de brancos e a exposição.

Para agradar aos usuários que não eram fãs do teclado dos últimos MacBooks, a Apple agora trouxe os Magic Keyboards. Com uma digitação confortável e novos atalhos pré-programados, é possível pedir ajuda da Siri, trocar o idioma, usar emojis e muito mais. Além disso, as teclas são retroiluminadas com sensor de luz ambiente. 

Confira o unboxing que o canal Programador BR preparou. 

Qual melhor MacBook 2020?

Nos lançamentos da Apple em 2020, foram anunciados dois tipos de MacBooks com o poderoso chip M1. O Air e o Pro 13”. Confira qual a melhor opção para você investir. 

MacBook Air 2020

CPU:8 núcleos
GPU:7 ou 8 núcleos
Armazenamento:256/512 GB
Memória RAM:8 GB
Tela retina:Sim
Tamanho da tela:13,3”
Magic Keyboard:Sim
Touch ID:Sim
Touch Bar: Não
Trackpad Force Touch:Sim
Portas Thunderbolt / USB 4: 2 entradas
Cores: Dourado, cinza-espacial e prata

Dos lançamentos de 2020, o MacBook Air é a opção mais barata disponível. Leve, silencioso e com uma portabilidade incrível, o computador oferece bateria de longa duração, Touch ID e Tela Retina com tecnologia True Tone. 

Apesar de os antigos modelos da marca serem bastante inferiores, o Air 2020 atinge um desempenho impensável, graças ao chip M1. Dessa forma, para aqueles que procuram uma boa opção para atividades do dia a dia e tarefas acadêmicas, com toda a certeza, esse computador dá conta do recado. 

Para aqueles que trabalham com design e edição de vídeos e fotos, o MacBook Air também é uma opção. O novo processador permite que os usuários não percam desempenho e consigam executar programas pesados, como Adobe Premiere, Adobe Photoshop e Adobe Lightroom de uma forma bastante otimizada.

Os gamers de plantão também podem aproveitar essa máquina. A Marina Moreno testou alguns jogos no MacBook Air com chip M1 e teve uma boa resposta do computador. Confira. 

MacBook Pro 13” 2020

CPU:8 núcleos
GPU:8 núcleos
Armazenamento:256/512 GB
Memória RAM:8 GB
Tela retina:Sim
Tamanho da tela:13,3”
Magic Keyboard:Sim
Touch ID:Sim
Touch Bar:Sim
Trackpad Force Touch:Sim
Portas Thunderbolt / USB 4: 2 entradas
Cores: Cinza-espacial e prata

Diferente do MacBook Air, o Pro de 13 polegadas ainda possui versões com o processador da Intel, no entanto, por um preço não tão convidativo. Esse modelo, que foi desenvolvido pensando em profissionais que trabalham com peças gráficas, possui outra grande diferença se comparado ao seu irmão, a ventoinha.

Essa peça é colocada exclusivamente no Pro, já que os profissionais acabam forçando mais a máquina e consequentemente fazem com que ela esquente mais. Com a refrigeração ativa, é possível que o computador trabalhe muito melhor, sustentando uma carga de bateria por ainda mais tempo. 

A barra de toque, ou Touch Bar, é outra diferença, mas que acaba dividindo opiniões. Há quem prefira as velhas e confiáveis teclas clicáveis. No entanto, esse dispositivo acaba otimizando algumas funções, principalmente para designers

O MacBook Pro com o chip M1, em termos de desempenho geral, fica muito perto do Air com a mesma tecnologia, por isso, recomendamos para aqueles que exigem muito – mas muito mesmo – do computador (além de, claro, quem está disposto a investir mais). 

Confira o vídeo do Rodrigo Portella analisando as duas máquinas e as diferenças entre elas. 

Com essas opções, é bem fácil entender porque a Apple é uma gigante da tecnologia. Capaz de trazer inovações como o chip M1 e softwares rápidos o bastante para dar conta de acompanhar o desenvolvimento de todo o processador. Em 2021 é possível – finalmente – afirmar que a marca da maçã traz um bom custo-benefício, principalmente no modelo Air. 

O investimento é alto, mas você recebe de volta cada centavo que gastou com o design, ergonomia, desempenho, velocidade e, claro, status. 

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Atualizado em 2021-06-19 / Links afiliados (Affiliate links) / Imagens de Amazon Product Advertising API

Fernanda

Fernanda

Sabe a famosa mãe de pet? Sou eu! Quando não estou totalmente focada em cuidar da Pepper, estou jogando The Sims, lendo algum YA e tomando um chá. Formada em Comunicação e Multimeios e mestranda em criação literária.

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